Companhia Santomense de Telecomunicações ao serviço de todos os santomense
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Edição
Imprensa | |
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Edição nº211 | ||
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Quarta-feira 28.05.2003 |
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dos trabalhadores desta empresa mista de aviação civil terem exigido a
substituição do director geral da empresa, agora são os habitantes da
ilha do Príncipe que reivindicam a substituição do único aparelho que
opera para a região bem como a redução das tarifas. Em quinze dias se não
houver respostas positivas os habitantes da região autónoma do Príncipe
ameaçam impedir a entrada do avião da Air S.Tomé no aeroporto da ilha.
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Ministros da Defesa da CPLP terminam reunião em S. Tomé com a recomendação de realizar próximo exercício militar em Angola em 2004 A sétima reunião dos ministros de Defesa da CPLP terá lugar em Maio do próximo ano na Guiné Bissau.
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É necessário Maior Atenção aos Militares Foi esta a resposta do presidente Fradique de Menezes face as reivindicações dos militares. Estes consideram-se votados ao abandono sem atenção por parte das autoridades. Queixam-se de falta de condições materiais, salariais, dentre outras. Descontentes, exigem agora maior atenção por parte das autoridades nacionais. De regresso na tarde de ontem ao país, proveniente de Moçambique onde efectuou uma visita oficial de quatro dias, o presidente da república e comandante supremo das forças armadas garantiu estar a par das reivindicações dos militares. Fradique de Menezes disse que antes de viajar encontrou-se com as chefias militares onde foram delineadas as modalidades no sentido de se resolver a situação a medida do possível.
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Os trabalhadores Air S.Tomé
traçam um quadro negro da situação da companhia Os trabalhadores da companhia de aviação civil santomense, Air São Tomé e Príncipe deram ao governo 60 dias para mudar radicalmente a situação nesta companhia, sob pena de paralisarem totalmente todos os serviços, por tempo indeterminado, os trabalhos. Numa carta com mais de 40 assinaturas, dirigida ao Ministro das Obras Publica, Infra-estruturas, Recursos Naturais e Meio Ambiente, os trabalhadores traçam um quadro negro da situação da companhia, acusa o governo de falta de espírito patriótico e vai avisando que a situação tornou-se insustentável, que é necessário o governo agir, para não vir a acarretar com todas as responsabilidades, uma vez a situação já vem sendo retractada a longo dos tempos.
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