Orlando Fernandes, presidente da Autoridade Reguladora de Telecomunicações (ARGER), disse que terão acesso ao concurso entidades público e privadas estrangeiras com competência técnica – administrativa para o efeito.
Segundo ainda Fernandes, as empresas ou sociedades interessadas devem capitalizar meios técnicos para o sistema ‘’GSM’’ e respeitar as condições estabelecidas pelas autoridades locais para o referido concurso.
Expectativas, segundo alguns analistas, são grandes quanto a eventualidade de participação de potenciais interessados nomeadamente europeias assim como algumas companhias africanas que já operam nesta área nos países vizinhos de São Tomé e Príncipe.
Neste momento, o arquipélago com uma população de 160 mil habitantes dispõe apenas de uma operadora, nomeadamente - Portugal – Telecom - que detém o monopólio tanto da rede móvel como fixa de telefones com uma clientela estimada em mais de 12 mil assinantes para rede móvel.
Fim
STP-Press
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