Maio 2008  labor sociedade de noticias  s.tome e príncipe     /s.tomé   2007/2008

 
             
   
 
 

SAT Insurance inaugurou nova sede

A SAT Insurance inaugurou semana passada a sua nova sede, em cerimónia realizada com a intervenção do Presidente do Conselho de Administração da SAT Insurance, que disse estar o seu grupo segurador presente em vários países do continente e do mundo. A SAT Insurence é um elo com ambição de participar na promoção económica e social d S.Tomé e Príncipe.

O custo do projecto de construção do novo estabelecimento rondou os 800 mil Euros.

 “A nossa ambição não é somente de cobrir todo o continente, mas sim ser uma companhia de seguros global”, disse o Administrador Paul Folkan.

O plano de desenvolvimento da SAT articula-se em volta de três ideias fundamentais, nomeadamente a independência financeira, o reconhecimento do saber como principal fonte de riqueza, a aceitação da cultura africana como capaz de participar no desenvolvimento do mundo moderno.

O presidente do Conselho de Administração da empresa de seguros acrescentou que o seu grupo faz a sua cultura com base nos valores africanos, por uma África digna, apoiando-se no saber, no saber fazer e saber ser e estar, como verdadeiro suporte de um desenvolvimento harmonioso.

“A nossa visão da economia africana não pode evoluir sem uma mudança da maneira de pensar, do modo de vida e sem o questionamento das teorias e práticas do desenvolvimento. Isto é uma adaptação do conceito actual do desenvolvimento às realidades africanas”, disse Folkan, acrescentando que é «esta visão que permite a SAT Insurance continuar o seu caminho que repousa essencialmente numa ideia chave, que muito cedo ela adoptou, a de apostar no ser humano enquanto o maior desafio de sempre».

Folkan salientou que apostar no ser humano sempre permitiu a sua instituição de progredir na força do trabalho, na organização e no método.

Para ele, a inauguração desta sede constitui «a nossa vontade e determinação de assegurar ao nosso pessoal, as melhores condições de trabalho e de contribuir para o desenvolvimento económico e social de São Tomé e Príncipe».

Por sua vez, o governador do Banco Central começou por lembrar que o país já teve uma empresa seguradora estatal denominada “Compensadora”, extinta na década de 90.

Segundo Luís Fernando, nesse interregno que decorre até 2002, registou-se um certo entorpecimento no que respeita a importância da actividade seguradora, o seu papel no sistema financeiro nacional, e no contexto de afirmação macroeconómica do país como um todo.

Luís Fernando salientou ainda que a autoridade monetária, reconhecendo a importância desta actividade no contexto nacional, numa altura em que se prepara para o salto qualitativo pela via da dinamização do sector privado, criou condições com a estreita colaboração com o governo para que fosse publicado o Decreto Lei 47/98, que regula as condições do acesso à actividade seguradora e define as regras de funcionamento no mercado.

Para o governador do Banco Central, a inauguração deste edifício representa também um marco importante para a economia, pois é um sinal de que o sector privado pode contribuir para a infra-estruturação do país; pelo que, apelou e encorajou as demais instituições financeiras dos país a seguir o mesmo caminho.

“É do conhecimento geral que o mercado nacional nesta matéria é ainda incipiente, por isso quer o Banco Central e o Governo, quer a própria direcção da SAT, devem accionar os mecanismos visando a efectivação das normas existentes, assim como a sensibilização da população em geral para as vantagens decorrentes deste sector”.

Luís Fernando realçou que o sistema financeiro nacional tem observado um expressivo crescimento qualitativo e quantitativo. Contudo, nem sempre é acompanhado pela necessária implementação de mecanismos passíveis de certificação de sectores do Estado.

Neste contexto, as autoridades monetárias enquanto entidades fiscalizadoras apelam a Administração da SAT e aos demais agentes económicos potenciais promotores das actividades seguradora para aplicarem os mecanismos directos e indirectos, susceptíveis de fortalecer este sector aqui no país.

“Não obstante a especificidade do nosso mercado, medidas têm sido adoptadas pelas entidades supervisoras, com o objectivo de garantir o reforço dos mecanismos de supervisão das actividades seguradoras”.

Enquanto isso, o Presidente da República que presidiu ao acto de inauguração da sede da SAT Insurance, ressaltou que esta questão de seguros nunca constituiu uma tradição na nossa sociedade, “aliás, não é nada de extraordinário, pois há países europeus que não estão muito familiarizados com estas questões de seguros”. Porém, Fradique de Menezes reconhece que a existência de Seguros é importante para que os negócios funcionem.

“Eu, quando fazia negócios internacionais, tinha por hábito dizer que precisava de três instituições, ter um bom banco, um bom advogado e uma boa companhia de seguros e os negócios eram feitos. Quando assistimos acidentes de viaturas, de motoqueiros, as casas que se queimam, as pessoas não pensam que se, de facto, tivessem os tais seguros, talvez em muito podiam sair a beneficiar”.

Para o Presidente da República a existência de uma companhia de seguro contribui enormemente para o desenvolvimento do país e o Governo tem necessariamente que acarinhar este tipo de actividade, tendo em conta que a população sairá sempre beneficiária das actividades de uma companhia de seguros e ajuda o Governo a resolver problemas humanos.

 
 
   

De um leitor do Notícias, recebemos a seguinte menção relativamente à menor violada e cujo autor já se encontra detido. O título do texto que se segue: 

E a criança?‏

           Caros senhores,

 
Realmente o nosso pais esta numa situacao caotica. Os problemas sao tantos que nem saberia por onde iniciar. Mas hoje quero concentrar-me no caso da menor, vitima sexual, que veio publicado no vosso jornal do dia 13 de Maio sob o titulo: "VIOLACAO DE MENOR, UM CASO SEM PRECEDENTES".

 
E triste saber que uma menor de 10 anos foi vitima de um ataque sexual. So posso dizer que o atacante deve ser entregue a justica mas ao mesmo tempo deveria ter ajuda psicologica pois que ele tem que estar doente.


O que me leva a escrever estas poucas linhas e a extensao de problemas que podemos criar a essa pobre criança na sua vida vindoura. Pessoalmente penso que devemos respeitar a privacidade e a intimidade da menor. Publicando a sua foto, o seu nome e mesmo o local de residencia so pode afectar a sua existencia. Agora todos sabem de quem se trata, onde vive, etc, e as pessoas (vizinhos, outros moradores da localidade, criancas da escola...) agora vao aponta-la quando esta passar na rua ou quando estiver na escola. Sei que os senhores ao publicarem o artigo, o fizeram com o intuito de ajudar mas as consequencias socias que isso implica sao maiores que a ajuda oferecida e podem ser devastadoras.

 
Por outro lado e necessario que o perpetrador desse crime baixo e vil seja desmacarado para que o povo saiba quem e, para que as maes e as pessoas da vizinhanca saibam como proteger as suas criancas. Espero que esse crime nao seja mais um (como muitos outros) que vao impunes na nossa sociedade. Por muito tempo aceitamos pequenos crimes (e grandes) e agora estamos na presenca de muita impunidade pela nossa inactividade, pela passividade dos tribunais, pela petulencia dos nossos politicos e pela incompetencia da nossa policia.

 
  Mais uma vez gostaria de deixar aqui claro que devemos proteger a identidade da menor e dos menores que venham a ser vitimas de tais crimes. O acto em si ja e destruidor, nao precisamos complicar mais as suas vidas expondo-as a crueldade da sociedade e de pessoas sem escrupulos. Agradeco o tempo que me concederam e ate uma proxima vez.

   
Vivo nas Ilhas Virgens Americanas, nas Caraíbas.


Infelizmente o meu pc nao tem acentos, c cedilhado, til ou outros sinais graficos que sao muito proprios da lingua portuguesa.

 

                                                          Adalio Araújo

 

   
    O Cinema Marcelo da Veiga A Retoma com os Irmãos Monteiro

Filmes de longa-metragem já nos ecrãs em São Tomé

O cinema Marcelo já abriu finalmente ao público santomense.  O  imóvel está efectivamente sob tutela da Câmara do Comercio, Indústria, Agricultura e Serviços  e a sua gestão foi cedida a firma Irmãos Monteiro que além de projectar filmes, tem a funcionar um complexo comercial com cerca de 16 lojas.

 As obras de reabilitação deste edifício de rés-do-chão e primeiro andar custaram cerca de dois milhões de dólares e estão concluídas há cerca de oito anos. Manteve-se, entretanto, fechada durante vários meses e a sua gestão chegou a ser objecto de disputa entre o então governo do MLSTP e a câmara distrital de Agua Grande, tendo o executivo passado para a câmara do comércio, industria, agricultura e serviços a gestão deste imóvel.  

A câmara do comércio assumiu a gestão do espaço mas não foi feita ao edifício a exploração necessária, alem da realização de reuniões partidárias e pequenos espectáculos de moda. Um cidadão português efectuou com as autoridades um contrato de alugueis para a projecção de filmes e outros fins.

Clube dos empresários, botiques, restaurantes e outros pequenos negócios ocupam o espaço neste edifico cujo anexo tem também a funcionar um local de venda de artesanato e pintura. 

Depois de um interregno de mais de 12 anos, eis que a única sala de cinema da capital de São-tomense: ‘’Marcelo da Veiga’’, reabriu as suas portas ao público citadino em particular a juventude que procura novos locais para diversão há um bom par de anos.

Um porta-voz da firma ‘’Irmãos Monteiro’’ que administra a instalação, Carlos Ribeiro, afirmou que além do cinema, essa firma vai promover também ‘’espectáculos’’ e outras iniciativas de recreação.

Falando a agência noticiosa ‘’STP-Press’’,  Ribeiro disse que a empresa portuguesa LusoMundo garantirá periodicamente filmes para exibição às segundas, quartas e sextas-feiras, complementado com entradas mensais gratuitas para crianças à ocuparem os 400 lugares de que Marcelo da Veiga dispõe, tendo contado com o financiamento das China Taiwan.

   
   

Central eléctrica de Bôbo Forro já em construção

       Um investimento de cerca de quatro milhões de dólares é o que o grupo empresarial italiano, Italbrevetti vai investir para construir a central eléctrica de Bobô-Forrô, a três quilómetros da capital de São Tomé e Príncipe, conforme informações veiculadas por Michele Sciurb, cônsul da Itália em São Tomé.

Michele teria dito que a nova central térmica, cujo, processo de instalação durará quase três semanas, terá uma capacidade de produção energética de quatro Mega watts, muito superior ao da barragem hidroeléctrica do rio Contador, situado na zona norte de São Tomé, a cerca de 30 quilómetros da capital de São Tomé e, que produz actualmente 1,6 mega watt.

Três grupos de geradores já estão instalados à rede da EMAE. Falta apenas a conclusão de alguns trabalhos técnicos. O grupo empresarial italiano Italbrevetti, investe 4,2 milhões de euros. O processo de instalação dos novos grupos de geradores, que começou no ano passado, está na fase conclusiva.

A nova central térmica conta com dois geradores de marca caterpilar novos em folha, o que, no âmbito do acordo assinado entre o estado são-tomense e o grupo privado italiano, todos os custos de compra e instalação dos grupos são suportados pela empresa estrangeira. O estado são-tomense recebe a central térmica de 4,2 milhões de euros em pleno funcionamento e a custo zero.

O cônsul que tem uma credencial do governo são-tomense desde Agosto de 2007, para procurar parcerias públicas e privadas a nível internacional para financiar projectos de produção de electricidade no país, explicou que quando dentro de 3 semanas os grupos entrarem em funcionamento ainda na fase de teste, vão produzir 3 mega watts de energia eléctrica o que ascenderá até quatro.

O estado são-tomense através deste processo vai pôr fim a actual crise de electricidade no país, mas em contra-partida dará ao grupo italiano a exploração e gestão da central hidroeléctrica do contador por um período de 20 anos. 

Outra garantia que o estado são-tomense dá ao grupo italiano e que está sacramentado no acordo, é a construção de mais uma central térmica com capacidade para produzir 12 mega watts de energia eléctrica. «O Governo de São Tomé e Príncipe autoriza também a construção de uma nova central térmica de 12 mega watts e um depósito de stocagem de combustível marítimo que vai baixar o custo de energia em todo o país», como concluiu Michele Sciurba.

A EMAE, que produz e comercializa até então a energia no arquipélago aceitou o acordo de investimento da Italbrevetti, estabelecido com as autoridades de São Tomé e Príncipe, um acordo que se enquadra no âmbito da política governamental para pôr fim à crise energética que se vive em São Tomé e Príncipe nos últimos três anos como consequência da incapacidade de produção da central térmica de Agua-Grande.

Enquanto isso, a Enco e emae viabilizam a problemática energética no País, onde as duas empresas estratégicas são-tomenses resolveram viabilizar o fornecimento de energia eléctrica, soube-se de fontes governamentais à agência ’’STP-Press’’. A EMAE e a ENCO chegaram a um acordo quanto a modalidade de pagamento da dívida calculada em mais de três milhões de dólares.

Assim, a dívida contraída pela ’’EMAE’’ resultante da recepção de gasóleo fornecido pela Empresa Nacional de Combustíveis e Óleo começará a ser paga nos próximos dias, compreendendo uma quantia mensal de 147.000 dólares norte-americanos. Na sequência desse acordo que tem uma vigência de três anos, a ’’ENCO’’ retomará o fornecimento de combustível à EMAE, pondo fim aos cortes constantes de energia em São Tomé e Príncipe dos últimos meses.

A ’’EMAE’’ produz cerca de 80 % de energia eléctrica através do sistema térmico, sendo os outros 20 através do sistema hidroeléctrico.

As autoridades defendem que, de momento, é a alternativa e, de acordo com informações recolhidas também pelo Correio da Semana está prevista a construção de uma nova central térmica fora da cidade capital.

Os responsáveis da EMAE pretendem, por outro lado, utilizar o “fuel” ou gasóleo marinho, para reduzir os custos de produção.

Recorde-se que o aumento das despesas com o fornecimento de combustível levou a EMAE a actualizar em Setembro último as suas tarifas entre 40 e 60%, segundo Júlio Silva, director-geral da empresa, gerando uma onda de protestos entre os consumidores. Algumas semanas depois, o então ministro dos Recursos Naturais, Manuel Deus Lima, orientou para que a revisão fosse feita em baixa para penalizar menos os consumidores de baixo rendimento.

   
           
   
 
LABOR SOCIEDADE DE NOTICIAS
 Oficial                                   Contactos                            Multimédia                         Agricultura

Tirar por tirar não faz sentido

  Delfim Santiago Neves 

Delfim Santiago das Neves, deixou então o Gabinete para, até ao começo da tarde, em meados de Janeiro, poder se informar, pessoalmente ou seja no terreno, sobre o decorrer da construção de importantes obras como lota de pescado na zona costeira da Passadeira do Hospital, novo mercado de fardo e os passeios no distrito de Água-Grande, concretamente na cidade capital, bem como casas sociais no distrito de Mé-Zochi, entre outras.  

Sobre a lota de pescado, explicações dadas, na altura, tanto pelo engenheiro Dionísio Sousa, então responsável da equipa de fiscalização da Direcção de Obras Públicas e Urbanismo, como pelo director da empresa construtora Mota Engil, David Santos, as obras decorriam satisfatoriamente, não obstante alguns constrangimentos de ordem técnica e material. As duas partes acreditaram que a lota poderia estar concluída dentro do prazo estipulado. 

O novo mercado de fardo, com duzentos e dezasseis quiosques, dois armazéns, espaço para serviços de bar e ainda quatro casas de banho (duas para homens e duas para mulheres), na fase de conclusão, em que Fábio Pereira, representante da empresa ACSA (Armando Cunha Soares, SA) a qual foram adjudicados os trabalhos, garantia a entrega para meados de Dezembro/07.

Quanto aos passeios, distribuídos por catorze lotes de construção, as obras decorriam com várias anomalias, atrasos e falhas técnicas que brigam com a qualidade e com a estética que se requer, razão porque o então Ministro, responsável pelo sector, aproveitou para advertir que, caso as falhas persistirem até ao prazo estabelecido, as empresas em causa não voltariam a ser aceites, de forma a evitar as constantes reclamações da parte do público. 

Em Mé-Zochi, o segundo maior distrito do país, são construidas casas sociais nas freguesias de Madalena, Almas e Bom-Bom, bem como na cidade da Trindade, sede do distrito. 

O factor tempo só permitiu que Delfim se inteirasse do ritmo das obras na Trindade, ficando as de Madalena, Almas e Bom-Bom para uma posterior oportunidade. 

Pelo que se viu e pelo que se ouviu do empreiteiro Tó Trigueiros, Santiago Neves mostrou-se satisfeito por saber que, em pouco tempo, mais famílias e cidadãos de Mé-Zochi poderão ver resolvidos os seus problemas habitacionais. 

A grande decepção do Ministro das Obras Públicas e Infra-estruturas, foi o estado em que ficou o recinto do ex-mercado Feira de Ponto. 

Há alguns meses, após a conclusão do novo mercado na zona de Côco-Côco e consequente instalação dos feirantes, a antiga Feira de Ponto foi demolida e o seu recinto cercado pelo Estado com arame e rede protectora, até que se lhe fosse dado um outro destino. 

Para espanto, o espaço tornou-se uma espécie de cratera. Vândalos destruíram e levaram a vedação, deixando em aberto o imenso espaço com todo o seu entulho em plena capital.

Delfim apelava para a consciência das pessoas: «Não sei como classificar esse tipo de atitudes. Mas apelo para a consciência dos cidadãos, porque comportamentos desse tipo não ficam bem a nenhum de nós». 

As oportunas deslocações de Delfim Neves ao terreno coincidiram com a fase de movimentações políticas em que, ao ex-primeiro Primeiro-Ministro, Tomé Vera Cruz, era exigida a remodelação do elenco governamental, um facto que ocorreu logo de seguida. E bem recentemente, pelas circunstâcias ainda políticas foi precisa a entrega do cargo.  

A propósito, um dos jornalistas que acompanhavam o pelouro naquela altura perguntou-lhe se não tinha consciência que essa poderia ser a sua última missão enquanto membro do Governo.  

Em resposta, Delfim Santiago Neves replicou que se trataram de visitas de rotina que estavam agendadas muito tempo antes. «Esta visita tanto pode ser a última como uma das múltiplas visitas que terei (teria) que fazer na qualidade de Ministro. Somente que considero que nenhum dirigente deve se sentir colado ao cargo, aliás os homens passam e as instituições ficam. 

De qualquer forma, deve-se saber fundamentar a razão do afastamento deste ou daquele, da pasta que lhe fora confiada. Tirar por tirar, simplesmente para atender a outros desígnios, também não faz sentido», advogou o então pelouro das infraestruturas e obras públicas.  

 
   

pagina inicial/multimédia /reportagem/ negócios/

labor sociedade de noticias