|
![]() |
|
|||||||||||||||||||||
|
Maio 2008 labor sociedade de noticias s.tome e príncipe /s.tomé 2007/2008 |
|||||||||||||||||||||||
|
SAT Insurance inaugurou nova sede
A SAT Insurance inaugurou semana passada a sua nova sede, em cerimónia realizada com a intervenção do Presidente do Conselho de Administração da SAT Insurance, que disse estar o seu grupo segurador presente em vários países do continente e do mundo. A SAT Insurence é um elo com ambição de participar na promoção económica e social d S.Tomé e Príncipe. O custo do projecto de construção do novo estabelecimento rondou os 800 mil Euros.
O plano de desenvolvimento da SAT articula-se em volta de três ideias fundamentais, nomeadamente a independência financeira, o reconhecimento do saber como principal fonte de riqueza, a aceitação da cultura africana como capaz de participar no desenvolvimento do mundo moderno.
“A nossa visão da economia africana não pode evoluir sem uma mudança da maneira de pensar, do modo de vida e sem o questionamento das teorias e práticas do desenvolvimento. Isto é uma adaptação do conceito actual do desenvolvimento às realidades africanas”, disse Folkan, acrescentando que é «esta visão que permite a SAT Insurance continuar o seu caminho que repousa essencialmente numa ideia chave, que muito cedo ela adoptou, a de apostar no ser humano enquanto o maior desafio de sempre». Folkan salientou que apostar no ser humano sempre permitiu a sua instituição de progredir na força do trabalho, na organização e no método. Para ele, a inauguração desta sede constitui «a nossa vontade e determinação de assegurar ao nosso pessoal, as melhores condições de trabalho e de contribuir para o desenvolvimento económico e social de São Tomé e Príncipe». Por sua vez, o governador do Banco Central começou por lembrar que o país já teve uma empresa seguradora estatal denominada “Compensadora”, extinta na década de 90. Segundo Luís Fernando, nesse interregno que decorre até 2002, registou-se um certo entorpecimento no que respeita a importância da actividade seguradora, o seu papel no sistema financeiro nacional, e no contexto de afirmação macroeconómica do país como um todo. Luís Fernando salientou ainda que a autoridade monetária, reconhecendo a importância desta actividade no contexto nacional, numa altura em que se prepara para o salto qualitativo pela via da dinamização do sector privado, criou condições com a estreita colaboração com o governo para que fosse publicado o Decreto Lei 47/98, que regula as condições do acesso à actividade seguradora e define as regras de funcionamento no mercado. Para o governador do Banco Central, a inauguração deste edifício representa também um marco importante para a economia, pois é um sinal de que o sector privado pode contribuir para a infra-estruturação do país; pelo que, apelou e encorajou as demais instituições financeiras dos país a seguir o mesmo caminho. “É do conhecimento geral que o mercado nacional nesta matéria é ainda incipiente, por isso quer o Banco Central e o Governo, quer a própria direcção da SAT, devem accionar os mecanismos visando a efectivação das normas existentes, assim como a sensibilização da população em geral para as vantagens decorrentes deste sector”. Luís Fernando realçou que o sistema financeiro nacional tem observado um expressivo crescimento qualitativo e quantitativo. Contudo, nem sempre é acompanhado pela necessária implementação de mecanismos passíveis de certificação de sectores do Estado. Neste contexto, as autoridades monetárias enquanto entidades fiscalizadoras apelam a Administração da SAT e aos demais agentes económicos potenciais promotores das actividades seguradora para aplicarem os mecanismos directos e indirectos, susceptíveis de fortalecer este sector aqui no país. “Não obstante a especificidade do nosso mercado, medidas têm sido adoptadas pelas entidades supervisoras, com o objectivo de garantir o reforço dos mecanismos de supervisão das actividades seguradoras”. Enquanto isso, o Presidente da República que presidiu ao acto de inauguração da sede da SAT Insurance, ressaltou que esta questão de seguros nunca constituiu uma tradição na nossa sociedade, “aliás, não é nada de extraordinário, pois há países europeus que não estão muito familiarizados com estas questões de seguros”. Porém, Fradique de Menezes reconhece que a existência de Seguros é importante para que os negócios funcionem. “Eu, quando fazia negócios internacionais, tinha por hábito dizer que precisava de três instituições, ter um bom banco, um bom advogado e uma boa companhia de seguros e os negócios eram feitos. Quando assistimos acidentes de viaturas, de motoqueiros, as casas que se queimam, as pessoas não pensam que se, de facto, tivessem os tais seguros, talvez em muito podiam sair a beneficiar”. Para o Presidente da República a existência de uma companhia de seguro contribui enormemente para o desenvolvimento do país e o Governo tem necessariamente que acarinhar este tipo de actividade, tendo em conta que a população sairá sempre beneficiária das actividades de uma companhia de seguros e ajuda o Governo a resolver problemas humanos. |
|
|||||||||||||||||||||
|
De um leitor do Notícias, recebemos a seguinte menção relativamente à menor violada e cujo autor já se encontra detido. O título do texto que se segue: E a criança? Caros senhores,
Adalio Araújo
|
|||||||||||||||||||||||
|
O Cinema Marcelo da Veiga A Retoma com
os Irmãos Monteiro Filmes de longa-metragem já nos ecrãs em São Tomé
As obras de reabilitação deste edifício de rés-do-chão e primeiro andar custaram cerca de dois milhões de dólares e estão concluídas há cerca de oito anos. Manteve-se, entretanto, fechada durante vários meses e a sua gestão chegou a ser objecto de disputa entre o então governo do MLSTP e a câmara distrital de Agua Grande, tendo o executivo passado para a câmara do comércio, industria, agricultura e serviços a gestão deste imóvel. A câmara do comércio assumiu a gestão do espaço mas não foi feita ao edifício a exploração necessária, alem da realização de reuniões partidárias e pequenos espectáculos de moda. Um cidadão português efectuou com as autoridades um contrato de alugueis para a projecção de filmes e outros fins. Clube dos empresários, botiques, restaurantes e outros pequenos negócios ocupam o espaço neste edifico cujo anexo tem também a funcionar um local de venda de artesanato e pintura. Depois de um interregno de mais de 12 anos, eis que a única sala de cinema da capital de São-tomense: ‘’Marcelo da Veiga’’, reabriu as suas portas ao público citadino em particular a juventude que procura novos locais para diversão há um bom par de anos. Um porta-voz da firma ‘’Irmãos Monteiro’’ que administra a instalação, Carlos Ribeiro, afirmou que além do cinema, essa firma vai promover também ‘’espectáculos’’ e outras iniciativas de recreação. Falando a agência noticiosa ‘’STP-Press’’, Ribeiro disse que a empresa portuguesa LusoMundo garantirá periodicamente filmes para exibição às segundas, quartas e sextas-feiras, complementado com entradas mensais gratuitas para crianças à ocuparem os 400 lugares de que Marcelo da Veiga dispõe, tendo contado com o financiamento das China Taiwan. |
|||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||