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| 2008 labor sociedade de noticias S.Tomé e príncipe /S.Tomé 2007/2008 | ||||||||||||||||||
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Grandes Projectos da Câmara de Água Grande ONG ECO-AJUDA COM TRABALHOS DE SENSIBILIZAÇÃO PREVISTOS PARA O PRÓXIMO ANO 2009 Decorrem lentos mas satisfatórios os trabalhos de limpeza, recolha e ordenação da Cidade de São Tomé, grandes projectos que a Câmara Distrital de Água Grande, em parceria com o Governo, a Sociedade Civil e as Organizações Não Governamentais, ONGs, têm estado a desenvolver para devolver a beleza e o requinte com que a população santomense, sensibilizada e empenhada para tal, está habituada desde os tempos remotos. Para quem conheceu a Cidade de São Tomé, no passado, sabe que a capital do país já foi uma das mais belas de África, tendo apenas e somente Maputo (hoje), antiga Lourenço Marques (ontem), de Moçambique, como rival em qualidade e em beleza. A Câmara Distrital conta com o apoio de uma parceira, ECO-AJUDA/STP, entre outras, nos trabalhos de sensibilização e mobilização da população para o Projecto Cidade Limpa que se iniciou em 2007. Um olhar - Cidade Depois de uma breve análise, estudos e identificação dos problemas que afectam a Câmara Distrital de Água Grande, o pelouro da distrital criara uma Comissão de Gestão para a implementação de um Plano Estratégico para a viabilização da metodologia organizativa da gestão dos Mercados, em particular, enquanto procede a uma série de alterações ao sistema cessante de modo a criar uma nova dinâmica ao sector para dar a este organismo representante dos residentes da maior urbe santomense, uma Cidade de prestígio e de fascinante beleza. Carlos Gomes Botelho, vereador para a área económica, educativa e formativa, agrónomo de profissão, com quem falamos na altura, apontava para Distrital de Água Grande objectivos eminentemente necessários às melhores condições de vida e de sustentabilidade, objectivos tais como a garantia do bom funcionamento dos mercados existentes, o apoio aos agentes de desenvolvimento local para a criação do emprego, a promoção de programas de formação em diversos domínios, promoção aos operadores económicos, turísticos e outros, com vista a resolver ou melhorar o problema do tecido sócio-económico da Cidade. Há pouco mais que um ano de vereação na Câmara, Carlos Botelho opinava de que grandes avanços seriam feitos no ambiente visual da própria capital do País, enquanto medidas outras iam sendo tomadas para que se possa sanar todos ou quase todos os males encontrados tanto nas estruturas camarárias bem como nas estruturas organizativas sociais. Assim, dissera Botelho, preconizamos equacionar o problema do saneamento do meio ao nível do Distrito, bem como para todo o distrito que regista(va) até agora um certo congestionamento da massa popular a volta dos mercados, ajudar a resolver o problema do desemprego, da marginalização, da pobreza e proporcionar também uma concepção e ambiente urbanísticos melhores para a Capital do País, entre outros. Botelho diz que, após a identificação dos problemas que são muitos, urge encontrar também respostas adequadas a cada situação e a Câmara neste momento está a equacionar vários deles tais como a infra-estrutura, ou seja, o edifício onde funcionar com alguma comodidade, a ausência de competências para atendimento a questões específicas do Distrito, o nível baixo de formação dos trabalhadores, outros em idade de pré-reforma, deficientes físicos inseridos na salubridade pública e a inexistência de um inventário sobre o património da própria Câmara. Por outro lado, situações gritantes decorrentes do livre arbítrio e uma certa desorganização do serviço público, acrescenta Carlos Botelho, se constata em problemas tais como a venda nos passeios, a falsificação de bilhetes de venda cobrados para fins individuais, esgotos e sarjetas entupidos, má gestão das receitas provenientes da cobrança nas feiras, feirantes sem registo, pavilhões mal equacionados e vendedores mal preparados. Também, muita ausência de contentores de lixo, escassez de meios rolantes para cobertura dos trabalhos, deficiente sistema de transporte de lixos, falta de materiais de trabalho, isto é, botas, capas e outros, iluminação pública deficiente em todo o Distrito, poluição nos rios e nas praias, animais na rua, espaço verde do meio ambiente degradado, indisciplina pública acentuada, ausência de sinais de trânsito, cemitérios com falta de equipamentos e sem utensílios de trabalho e falta de uma política de formação para os jovens, tudo isto são problemas com que confronta a distrital de Água Grande, que tal como as outras, carece de um atenção rápida e, no entanto, cuidada. UM NOVO VISUAL JÁ EM MARCHA Com a eleição de um novo poder autárquico, chegado ao comando em 2006, as primeiras preocupações do pelouro foi identificar os problemas existentes e, de seguida, passar rapidamente a efectuar demarches para uma mudança paulatina e real dos problemas, equacionar os problemas existentes com o Mercado e as Feiras, contando sempre com a colaboração estreita do Governo e de todos os santomenses. Desta feita, a Comissão de Gestão para a Implementação dos Planos de Acção a empreender daquela data em diante, pretende melhorar paulatinamente as condições sociais da população do Distrito, visando a satisfação das necessidades sentidas pela população, promover pequenos projectos ligados ao artesanato, turismo, pesca, entre outros, como forma de encontrar oportunidades para o emprego aos jovens, em particular, e facilitar também outras oportunidades para que as pessoas encontrem melhorias substanciais aos seus problemas sociais e económicos. Neste momento, a Câmara está a proceder a mecanismos que possibilitem a transferência das pessoas que vendem nas ruas e nos passeios para dentro do Mercado, conforme adiantara Carlos Gomes Botelho, agrónomo de profissão, para enfatizar dizendo que irá iniciar um processo de estruturação das pessoas no interior dos Mercados, isto é, feirantes que vendam hortaliças, peixe salgado e fumado, entre outros produtos, enquanto as vendeiras de peixe fresco serão equacionadas nos novos mercados. A comissão que trabalha nesta transferência tem como presidente Bernardo Pinto que conta com equipas de trabalho mobilizadas no quadro de novas competências da Câmara para o trabalho de fiscalização, organização e transferência dos feirantes. São cerca de 11 fiscais, oito polícias camarários e cinco membros que compõem a comissão dos trabalhos. O justificativo para este aparato tem a ver, segundo Gomes Botelho, com a onda de desinformação que corre e a necessidade de dar respostas rápidas aos problemas encontrados. Também há desinformações que alegam haver cambalachos na atribuição dos cartões de acesso aos lugares no Novo Mercado. Botelho disse que «não há lugar para cambalachos, porque pensamos que todos os vendedores têm o direito de vender a sua mercadoria de uma forma digna e cómoda e é para isso que a Câmara tem envidado esforços junto dos feirantes de forma a equacionar melhor a situação de cada um dos quase quinhentos mercadores já registados e cujos cartões de acesso já se encontram a ser atribuídos, estando neste momento concluídas três listas, sendo uma das últimas listas com mais de uma centena de pessoas a ser divulgada nesta semana». Entretanto, a Câmara informa ainda que as portas estão abertas para mais inscrições e para aqueles que ainda não o fizeram e queiram fazer, ou até dirigir cartas de pedido formais para a representação autárquica, a funcionar no antigo edifício do INDES. O vereador Gomes Botelho faz aqui um parêntesis para agradecer a boa compreensão da população, aos feirantes e aos órgãos de comunicação social e a toda sociedade santomense o apoio que tem dado à Câmara para que todo este processo tivesse êxito. ESPAÇOS VERDES DA MAIOR URBE SANTOMENSE O vereador Carlos Gomes Botelho, agrónomo de profissão, é também formador para a área de disciplina agrária bem como também entende de Jardinagem. Explanou com profundidade o trabalho que a Câmara, a qual ele pertence, vai equacionar, o problema do espaço verde da capital do País, sendo que começará pela Avenida Marginal 12 de Julho, uma avenida que é por demais importante para o visual da bela cidade de São Tomé. Outrotanto, a começar do Aeroporto até ao Palácio dos Congressos, qualquer visitante deste país encontrará uma orla marítima inteiramente cuidada e protegida. Para isso, foi preciso proceder a retirada dos feirantes que ocupavam a Praia Brasil, pela imagem que dava a Baía de Ana Chaves, o Ex-Líbris perfeito da Capital de São Tomé, foi preciso mobilizar recursos para se construir uma Doca de Peixe, a qual o Governo saberá dar o seu melhor enquadramento, foi preciso encontrar uma nova Feira para as vendedoras do Mimo 22, agora concentradas junto a EMAE e a Ponte Tavares, mas que, de igual modo, o Governo irá dar respostas concretas. O Parque Popular de São Tomé, uma relíquia do passado recente, está neste momento a ser preparado para ter uma outra vida, para melhorar a sua imagem, tornando-o um local de atracção festiva para crianças e adultos, criando condições para o lazer e o fomento desportivo. Ao nível ainda das Praias, pretendemos, disse Botelho, resolver o problema da poluição dos rios do Distrito e limpar todos os resíduos sólidos das praias afectas ao Distrito, disse para concluir que, o Jardim da Praça da Independência, o Jardim 1º de Maio e, por último, o históricamente famoso Parque Sum Secreta, estão também nas nossas preocupações. ÚLTIMOS RETOQUES PARA CIDADE 2007 2007 será efectivamente o ano em que a Cidade de São Tomé vai conhecer os seus melhores momentos, tendo em conta o grande número de eventos que se esperam concretizar e o número de agentes sensibilizadores envolvidos no processo de melhoria das condições de vida dos residentes, operadores sociais, económicos e da população em geral. A cada dia que passa, vamos encontrando novas formas de colmatar as dificuldades, novos mecanismos de acção e, como país insular que somos, disse Botelho, com características específicas para uma acção concertada, agradecemos a Comunicação Social e a toda a sociedade samtomense em geral, pelo apoio importante e visível às nossas intenções. A Câmara está a colocar em breve em toda a cidade capital e arredores do Distrito de Água Grande cerca de 100 contentores e outros mais que estão em vista ser importados através de mecanismos ligados a parceria interna e exterma do país. Os mesmos contentores serão colocados de acordo com a quantidade de residentes e o número de pessoas que reside em determinados locais mais ou menos necessários Inês dos Ramos
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- O Italiano OLiviero Rici com os olhos em Deus… Boas notícias sobre a SIDA e HIV que chegam da América. Oliviero Ricci, Psicanalista e Empresário do Sector Imobiliário de São Paulo, de 71 anos de idade, 40 anos, Italiano, alega ter recebido uma Missão par um dia de cada semana largar as suas Empresas para se dedicar ao que chama de Atendimento ao povo. Seja qual for o problema, desde que a pessoa leve o nome de um portador do HIV, esse nome passa por peripécias que permitem acura do doente. Diz ele que pela Força Maior,
criadora dos céus e da Terra, ao nome do portador do HIV é
misteriosamente associada a ideia da Agressividade do Vírus que perante
evidências sobrenaturais começa a perder forças e em pouco tempo a
pessoa volta a ter a Saúde recuperada, causando espanto aos Médicos que
não entendem como isto pode acontecer. Já foram mais de duas mil pessoas
totalmente curadas, segundo informações ligadas ao misterioso indivíduo. |
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Mulheres do MDFM/PL dão pequenos créditosO anúncio da linha de
crédito foi feito pela líder das mulheres do partido, A campanha de sensibilização consiste, segundo Cristina Dias na orientação das mulheres no sentido da criação de associações ou cooperativas de forma a que a ajuda financeira tenha maior impacto no aumento do rendimento das famílias e no desenvolvimento das comunidades. A linha de crédito será aberta ainda este ano. «Nós temos uma luz no fundo do túnel. Não queremos dizer que é uma luz verde, amarela ou azul. Mas se deus quiser ainda este ano nós começaremos com a actividade», garantiu Cristina Dias, sem avançar o montante que será posto a disposição das mulheres mais carenciadas. Note-se que logo após a sua reeleição para o cargo de Presidente da República e Chefe de Estado, Fradique de Menezes que é líder espiritual do MDFM/PL, prometeu criar por iniciativa própria, sem qualquer participação do estado, uma linha de crédito a favor das mulheres vendedoras de peixe(palaiês) e não só. Na altura Fradique de Menezes disse que ia fazer Chiquilá com as mulheres, mais desfavorecidas. Chiquilá é um termo vulgar, que se utiliza no arquipélago para definir exactamente a permuta de financiamentos entre duas ou mais pessoas. ____________________________________________________ |
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ANI assina acordo de parceria em favor dos desempregados
Eis na íntegra o teor do Acordo assinado: Acordo de Parceria Associação Nacional de Imprensa /Associação Nacional dos Desempregados ANI/AND 29/07/08 A direcção da Associação Nacional dos Desempregados representada pelo seu Presidente, Ernesto Armindo de Menezes, e a direcção da Associação Nacional de Imprensa, representada pelo seu Presidente Manuel do Sacramento dos Santos Barreto, no interesse comum de ambas, decidiram contribuir para um melhor empenho e resultado nos esforços nacionais de combate ao índice de desemprego em S.Tomé e Príncipe e celebram o presente acordo de parceria nos seguintes termos: 1 – As duas partes comprometem-se em tudo fazer para melhor o desempenho social e económico da Associação em seu todo e a população desempregada, em particular. 2 – Sem intervir nos assuntos internos de cada uma das partes, ambas organizações assumem a obrigação individual e em conjunto de mobilizar apoios técnicos, materiais e financeiros e outros benefícios das actividades de combate ao desemprego e ao emprego precário. 3 – As partes comprometem congregar esforços no sentido de defender os superiores interesses dos trabalhadores em matéria de informação jornalística. 4 – A Associação dos Jornalistas compromete em manter os laços de cooperação e acompanhar todos os serviços da Associação Nacional dos Desempregados nos encontros com as entidades nacionais locais e estrangeiros e alguns trabalhos do concelho da direcção quando for solicitado. 5 – As partes garantem conjugar esforços no estabelecimento de programas de informação às comunidades, autoridades nacionais, instituições Públicas e privadas e as ONGs e das demais e potenciais formas de contacto, para mobilizar meios e recursos, materiais, para a sensibilização, mobilização e realização técnica para acções de elaboração da legislação laboral sobre um possível subsídio de desemprego em benefício da cidadania. 6 – Permitirem várias formações nas áreas sociais em benefício de toda a nação e membros das referidas associações e demais interessados.
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Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento Comunitário
Tem lugar entre os dias 21 e 28 do mês de Julho o seminário científico internacional sobre “Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento Comunitário”, uma sessão em que participam investigadores, académicos, educadores, representantes da Administração Pública e da sociedade civil são-tomense e de Portugal, Espanha, Brasil e de Cabo Verde na reflexão e debate sobre o assunto. Uma nota de imprensa chegada a nossa redacção diz que o tema de grande actualidade e vem permitir uma reflexão aprofundada e interrelacionada sobre as temáticas do Turismo, Ambiente e Desenvolvimento Comunitário, partindo de uma estratégia educativa. O encontro científico é uma das acções integradas no projecto de Investigação, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT/MCTES). Os Impactos do Turismo no Desenvolvimento Comunitário em África: análise de experiências insulares”, entre outros tratam-se de um projecto em curso no Centro de Estudos Africanos (CEA/ISCTE) sob coordenação da Dra. Brígida Rocha Brito. Na análise comparativa entre Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, a equipa de investigadores e de consultores está, desta forma, em São Tomé e Príncipe, onde o encontro permite dar continuidade a encontros internacionais anteriores sobre “Comunidades de Investigação, Aprendizagens e Intervenção realizado em Julho do ano passado na cidade de Praia, promovido pela NEREA – Investiga e ao “I Congresso de Educação Ambiental dos Países Lusófonos e Galiza”, realizado em Santiago de Compostela, em Setembro de 2007 promovido pelo CEIDA. Unamo-nos pelas crianças É o lema dum relatório estudo sobre a Situação da Criança Africana em 2008, que o Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) em São Tomé e Príncipe apresenta esta quarta-feira, dia 23 de Julho, em cerimónia de lançamentno Hotel Pestana. Na cerimónia que terá contado com a presença de inúmeras entidades e individualidades, o UNICEF apresenta o documento que relata os actos assinalados ao nível mundial e onde cada um dos países retratam essa situação fornecendo o maior número de informações e buscando dados inerentes a cada um. Atendendo a prioridade concedida à África em termos de assistência e programa ao desenvolvimento, a Directora Executiva lançou formalmente a sua primeira publicação através de um relatório especial sobre as crianças em África no passado dia 28 de Maio. O relatório fornece uma série de novos e excelentes exemplos de importantes descobertas pelo continente, ao mesmo tempo que enfatiza os principais desafios que continuamos a enfrentar. UNICEF decidiu romper com abordagens passadas e partilha o relatório através de um programa interactivo envolvendo a embaixadora nacional do Unicef para São Tomé e Príncipe num diálogo aberto com os visitantes. Incluem-se Sua EXa a Ministra do Plano e Finanças, os embaixadores do Brasil e da Nigéria, o recém-nomeado coordenador residente e representante residente do PNUD e dois distintos convidados à Mesa Redonda, senhora doutora Alda Bandeira e o Dr Luiselio Pinto. A situação das crianças africanas vis a vis os ganhos im São Tomé e Príncipe, o olhar das crianças do ponto de vista do NEPAD; Potenciais ganhos através da melhoria da parceria sul - sul; Respostas do governo aos tempos das dificuldades económicas e; o Aumentar da capacidades para que as Nações Unidas funcionam como um catalizador, são questões a ser apresentadas durante o Encontro para o qual foram convidados membros da comunicação social com vista a dar toda a cobertura informativa em prol das crianças africanas e em particular as de São Tomé e Príncipe. |
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Motoqueiros começam mal o mês de Julho
Os “motoqueiros” não acataram a decisão do governo de que, a partir de um de Julho, todos deveriam andar de capacete nas motorizadas, inclusive os seus acompanhantes, uma decisão que está a arrastar alguma controvérsia no comportamento dos mesmos. Entre tanto porque o Estado Santomense decidiu dar um outro espaço para parqueamento, onde todos deveriam frequentar, uma ideia que não agradou aos mesmos e a polícia apesar do controlo que faz desta decisão encontra alguma resistência. Os órgãos de comunicação social passaram publicidade dessa medida, em vão, disse o Parvo, durante 30 dias. Se o mau sinal perdurar, tudo indica que o País irá voltar ao “populismo” e a “bandalha”, etiquetas a que os partidos habituaram os são-tomenses da geração da “mudança”. Uma geração que nunca viu e nem sabe interpretar o que significa o Estado e a sua autoridade. Aliás, só a geração dos 500 anos até 1990 sabe o que é ser um agente do Estado e o que são decisões do Estado, disse Parvo. Parvo acrescenta ainda que, a Direcção dos Transportes e Comunicações, solicitado da não observância da decisão, esclareceu que, depois de um estudo, viu-se que as casas comerciais não têm capacetes suficientes. Daí que as entidades responsáveis pela decisão, nomeadamente o Ministério da Defesa e Ordem Interna e das Infra-estruturas e Obras Pública decidiram dilatar o prazo para mais dois meses. Ou seja, só a partir de Setembro essa decisão começará a ser materializada. |
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Luz Eléctrica Volta à São Tomé após anos de ‘apagão’
O visitante estrangeiro ou santomense que queira dar uma volta pelas artérias da Cidade de São Tomé pode hoje estar a viver um momento muito especial quando a situação energética da Capital do País voltou a normalidade, um facto que altera o quadro visual nocturno do Arquipélago que há um bom tempo viveu um ‘apagão’ eléctrico não declarado. Este mérito terá sido alcançado graças ao esforço, verdade se diga, ao Executivo de Tomé Vera Cruz que, afinal, nem tudo foi mal feito, altura em que se começou a verificar a melhoria do sistema eléctrico, ocasião em que empresários e magnatas estrangeiros pretenderam investir na solução do problema energético e os homens da EMAE – Empresa de Água e Electricidade, todo o esforço vêm consentindo para proporcionar a estabilidade que agora o país manifestamente vive. Saliente-se que, em Bôbô Forro, surgiu uma nova central eléctrica, fruto da cooperação santomense com empresa italiana do ramo, que, há cerca de três meses vem testando atingir o maior número de casas do país dando assim ao consumidor santomense a esperança de ver resolvida de uma vez por todas a questão da falta da luz eléctrica que vem sentindo há tanto tempo. As populações de Madre Deus, Chácara e algumas outras zonas limítrofes de Bôbô Forro já contam com uma regularidade que, segundo fontes não fidedignas, já cinco semanas com testes dos geradores italianos ali colocados, cuja garantia de fornecimento já o empreeteiro prometera resolver com quatro mil Megawats para todo o país, ainda neste ano.
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