Maio 2008  labor sociedade de noticias  S.Tomé e príncipe     /S.Tomé   2007/2008  
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Nota dez para o Primeiro Ministro Rafael Branco  

Visível esforço para a inversão da situação 

O alto dirigente do Estado Santomense apresentou semana passada o quadro real da situação do país, num balanço exaustivo quanto baste para os cem dias de governação do elenco governamental que, ao nosso ver, se classifica em dez a nota máxima para as palavras do Chefe do Governo Dr. Rafael Branco. 

Rafael trouxe à São Tomé e Príncipe novas esperanças e confirmou assim a sua entrega total aos desafios que a população santomense tem diante si nos próximos tempos, uma vez que se aproximam as grandes batalhas eleitorais para cobrir a grande necessidade de reposição da autoridade do Estado, debelar a crise alimentar e colmatar o estado de quase gritaria popular em relação a falta que faz dos meios financeiros e materiais básicos. 

Os preços do  arroz, do açúcar e do óleo, entre outros, não constituem segredo para ninguém, são, no entanto, o "olho e a cara", como diz o ditado popular, uma vez que é só chegar ao Mercado Municipal para constatar o nível dos preços e das mercadorias que não chegam e fazem a vida mais negra a muitos populares. Muitas pessoas chegam a ir para a cama sem ter nada de alimentação. Este esforço e este desafio não escapam a visão do Chefe do Governo que tocou profundamente com as  perspectivas lançadas à população santomense.

O Primeiro Ministro confirma resolução para muito breve a solução do problema dos sócios da antiga Casa dos Pescadores, uma situação que se arrasta há algum tempo, conforme é público, e vários são o apoios pontuais que se espera das palavras do Chefe do Executivo Santomense. 

A visão do Chefe do Governo Santomense, Rafael Branco, foi saudada no país inteiro e gerou também grandes expectativas de como o presente elenco governamental poderá resolver a situação da grande falta de meios financeiros e de alimentação irregulares no mercado. O primeiro adiantou, no entanto, que o Governo terá de ser criativo para não deixar o país chegar ao Estado de crise, o que não deve pôr em causa todo o processo de desenvolvimento, tendo em conta certamente que para uma população de cerca de 150 mil habitantes, pensa-se, não haver razões para um Governo, um estado e um dirigente, se encontrar a braços com a falta de soluções. 

Característico o seu modo de abordar os problemas e agir sobre os mesmos assuntos, o deembaraço e o pragmatismo também, o senhor Primeiro-Ministro vai respondendo à sua maneira, à testa de um novo elenco saído a pente fino dos últimos distúrbios políticos que o país conheceu.  

O país viveu momentos cruciais do seu percurso para o desenvolvimento, grandes desafios que se abrem para o cidadão e se tornam determinantes para São Tomé e Príncipe. 

De salientar que São Tomé e Príncipe já não é um dos países mais pobres e altamente endividados, devido ao recente perdão da dívida, a iniciativa HIPIC certamente coroada de êxitos leva o país a conjecturar, os grandes desafios que se nos lançam ainda à espera de novos bónus financeiros provenientes da venda dos blocos petrolíferos e de outros recursos dos quais o país beneficia. 

Rafael Branco conta sim com duas figuras fundamentais do seu renomado Governo para a apresentação de um novo figurino governativo, à saber Dr Carlos Tiny, Negócios Estrangeiros e da Defesa, Elsa Pinto, dos quais a se sair bem terá todo o respeito da população, carinho e amizade dos mais de cem mil concidadãos que depositam no mesmo a sua mais viva e renovada esperança. 

De recordar, pela trajectória política, o novo primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, renunciou à nacionalidade portuguesa para poder assumir o cargo, contrariando assim as acusações de "fraude constitucional" do anterior titular, Patrice Trovoada. 

Rafael reagira às acusações do seu antecessor, garantindo ter renunciado à nacionalidade portuguesa antes de se apresentar como candidato ao cargo de primeiro-ministro. O embaixador português em São Tomé, Américo Madeira Bárbara, confirmou que Rafael Branco "efectuou todas as formalidades para renunciar à nacionalidade portuguesa", sem esclarecer em que data foi apresentado o pedido. 

O chefe de governo são-tomense afirmava ainda "desconhecer" se existem membros do seu governo que são arguidos em processos-crime, como também acusava Trovoada em declarações à Lusa. "Se existem, deixemos que a justiça faça o seu trabalho, nós não vamos interferir", adiantou o chefe do novo governo de coligação tripartida entre o Partido da Convergência Democrática (PCD), Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) e Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe/Partido Social Democrata (MLSTP/PSD). 

"O senhor Patrice Trovoada sente-se muito magoado por ter perdido o cargo que conquistou através de um processo pouco convincente. Tem alguns compromissos pessoais que só podiam ser resolvidos estando no Governo e agora sente-se frustrado", acusou o primeiro-ministro e líder do MLSTP/PSD. 

Patrice Trovoada afirmou, em entrevista à Lusa, que o novo Governo chefiado por Rafael Branco é resultado de "uma fraude constitucional" e de "um assalto ao poder". 

Acusou Branco de ser cidadão português, "o que faz com que constitucionalmente não preencha um dos requisitos fundamentais para o exercício do cargo que avidamente desejou". 

O ex-primeiro-ministro, que exerceu funções apenas três meses, disse ter constatado que, no actual Executivo, "há indivíduos que são pura e simplesmente arguidos, há indivíduos que integraram o Governo anterior que foram apelidados de incompetentes pelo actual primeiro-ministro, há ainda pessoas sob as quais pesam suspeitas sérias de corrupção e de aproveitamento dos bem de estado". 

Parte do trabalho provêm de uma Fonte Fidedigna que é Agência Lusa

 

     
 
 
   
     
 

Primeiro Ministro confiante no futuro S. Tomé e Príncipe 

- Informações veiculadas pela Imprensa Nacional

 A melhoria das condições de vida do cidadão, mais oportunidades para os jovens e a certeza no futuro passam pela conservação das conquistas obtidas em vários sectores da vida nacional, entre eles, o da saúde, para a afirmação de uma identidade internacional que o país soube fazer ao longo dos anos, conforme disse recentemente o Primeiro Ministro da República Democrática de São Tomé e Príncipe, Dr Rafael Branco. 

Essas melhorias das condições de vida da população santomense passam sim pela eliminação do paludismo como uma dessas conquistas que abrem muitas perspectivas para o futuro. O Chefe do Executivo Santomense deixa transparecer o seu ensejo da seguinte maneira: 

Eu gostaria de inverter a situação segundo a qual existe alguma desesperança popular perante o quadro da situação prevalecente, chegando mesmo uma boa parte da população santomense a indagar se valeu a pena chegar a ser independente. A Independência é um dado essencial para nós desenharmos o nosso futuro, disse o Chefe do Governo Santomense. 

Rafael Branco manifesta interesse em inverter o curso das coisas em cerca de ano e meio que tem para cumprir o seu mandato. O tempo que eu estiver no governo, tenho um objectivo que é restaurar a confiança do cidadão no governo e nas instituições da República que terão que trabalhar no sentido de se reafirmar junto da população o valor da sua independência. 

Joaquim Rafael Branco acredita que depois de muitos anos falando do turismo, começa a haver perspectiva muito concretas de que o turismo venha a ter papel muito importante no desenvolvimento do país, sem contudo deixar de lado as perspectivas do petróleo como outra das alternativas.

 

   
     

Príncipe 

                                                      

Agosto marca a autonomia com Camilo Domingos

Manifestações sociais, políticas e culturais marcaram o 13º aniversário na Região Autónoma do Príncipe, fazendo reviver os bons momentos da família

santomense em que por hábito se costuma reunir a família em casa de um outro membro da família. Esta tradição é conhecida e  Príncipe acolheu com efusividade o aniversário da autonomia que se comemora todo mês de Agosto.

 Palestras, exposições e muitas outras realizações estiveram em acção naquela parcela do território nacional, onde o Grupo Gibela de Aurélio Martins brindou os populares com uma confraternização inesquecível, na opinião de muitos que ali estiveram e outros que puderam vibrar com essa s mesmas actividades que pretenderam por outro lado enaltecer a figura e o bom nome do músico santomense, o malogrado Camilo Domingos.

O Presidente do Governo Regional Tozé Cassandra e os diversos membros dirigentes daquela região manifestaram-se satisfeitos e congratularam-se com a presença dos patrocinadores, Gibela, e tudo foi feito no quadro de uma colaboração que permitirá o fortalecimento das relações fraternas e da consolidação do Estado de Direito Democrático.

 

   
       
LABOR SOCIEDADE DE NOTICIAS
   
 

Fradique acertou e acabaram-se as negociatas   

O Presidente da República Democrática de São Tomé e Príncipe, Fradique Bandeira Melo de Menezes, acertou, pelo menos desta vez, na perspectiva de muitos observadores políticos atentos, quando ouviu o Conselho do Estado e assumiu o cumprimento, na perspectiva dos mesmos analistas, dos pressupostos constitucionais que o País pôs nas suas mãos para marcar mais estes cinco anos do seu mandato presidencial à texta da jovem nação santomense. 

Recorde-se, o estadista santomense foi forçado a regressar ao país durante um périplo que o levaria, com a anuência da augusta Assembleia Nacional, à Taiwan, Itália e outros, para vir resolver a situação da crise que envolveu São Tomé e Príncipe nos últimos dias, deixando a imagem de um país ingovernável e a de um pai que quando se ausenta do país deixa ocasião para os filhos fiquem com a casa alheia. Fradique voltou, ouviu todo o país, ponderou, discerniu, optou e decidiu. 

O XIII Governo Constitucional, segundo alguns analistas políticos, foi bem escolhido, quando envolve personalidades e individualidades distintas e que já de há um bom tempo à esta parte tem manifesto interesse em ajudar o país a encontrar uma saída airosa para toda a situação de crise que o afecta há longos anos. Deixa assim de negociatas que, na perspectiva particular do próprio líder incontestável da Nação Santomense, vai levar a bom termo o país e deixar os dez anos do seu mandato com o orgulho (re)conquistado.

 

   
       
   

Rafael Branco Com(Venceu) e reassumiu a legitimidade  

O novo Primeiro Ministro da República Democrática de São Tomé e Príncipe, Joaquim Rafael Branco, foi nomeado semana passada e empossado no passado sábado com toda a equipa do seu elenco governamental.

A jurista Elsa Pinto, empossada para o cargo de Ministra da Defesa, é um dos nomes polémicos desse governo que, no entanto, tem dois outros nomes contrapostos tais como o Dr Arlindo Carvalho, PCD, e o Dr. Justino Veiga, MDFM, já demitidos de governos antecessores.

Raul Cravid, ex-ministro das Finanças no Executivo de Patrice Trovoada mantêm-se na governação embora com uma nova pasta.

Carlos Tiny  e Agostinho Rita deixam assim o “deserto” pelos quais os dois têm andado há bastante tempo, certamente a se redimirem de dois grandes ou pequenos pecados, à saber, um a polémica para com famílias possuidoras das terras de São Marcos em Almeirim e o outro da falência inexplicável do Banco Comercial do Equador, respectivamente.

Necessário é, que tanto o líder deste governo como os seus membros deverão rapidamente ajudar a população a lutar pela sua subsistência, conforme o repto lançado logo após a tomada de posse de Rafael Branco, referindo-se  a crise alimentar, um problema à combater.

 A LISTA DO GOVERNO

 MLSTP/PSD

1.- Rafael Branco, Primeiro – Ministro e Chefe do Governo;

2.- Elsa Pinto, Ministra da Defesa nacional,

3.- Carlos Tiny, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades;

4.- Jorge Bom Jesus, Ministro da Educação e Cultura;

5.- Celestino Andrade, Ministro do Comercio, Industria e Turismo;

6.- Ângela Viegas, Ministra do Plano e Finanças;

PCD

7.- Benjamim Vera Cruz, Ministro das Obras Públicas, Infra-estruturas, Transporte e Comunicações;

8.- Arlindo de carvalho, Ministro da Saúde,

9.- Maria de Cristo de carvalho, Ministra da Comunicação Social, Juventude e Desporto;

10.- Xavier Mendes, Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas;

MDFM/PL

11.- Maria Tomé, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Família;

12.- Raul Cravid, Ministro de Administração Interna, da Administração do Território e Protecção Civil;

13.- Agostinho Rita, Recursos Naturais, Energia e Ambiente;

14.- Justino Veiga, Ministro da Justiça, reforma de Estado, da Administração Pública e Assuntos Parlamentares;Voltar ao topo

   
 
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