Abril 2008  labor sociedade de noticias  s.tome e príncipe     /s.tomé   2007/2008  
       
   

 

Turismo em São Tomé e Príncipe está em crescimento

Durante as cerimónias de inauguração semana passada, no Cine Marcelo da Veiga, da Agência de Viagens STP Tours, a representante na ocasião da Direcção do Turismo em São Tomé e Príncipe, Miriam Daio, considerou que o Turismo está em pleno crescimento no País.

A inauguração de mais este espaço comercial no Marcelo da Veiga vem permitir encontrar-se nos próximos dias alternativas para as viagens de turismo com destino de e para as ilhas maravilhosas, quando o novíssimo cinco estrelas a sair das mãos da construtora Soares da Costa em Vila Maria, o Resorts Ocean que se prepara para receber milhares de visitantes estrangeiros que estarão a curtir o mês de verão europeu e da gravana santomense entre junho à setembro.

Elizabete Rita, a proprietária da Agência está confiante no sucesso breve deste novo negócio no mercado das viagens, pois disse ela que serão vendidos bilhetes de passagem para todos os quadrantes tanto nacionais como internacionais, uma vez que este espaço ainda se encontra em embrião. A STP TOURS representa assim mais um caminho aberto na procura de meios para quebrar o isolamento existente entre o interior e exterior de São Tomé e Príncipe.

 
   
 

Exploração em 2009 

Seis novas perfurações em quatro blocos  da ZDC

O presidente da Zona de Desenvolvimento Conjunto (ZDC) São Tomé e Príncipe-Nigéria, Jorge dos Santos,  anunciou para o próximo ano a prospecção de petróleo em quatro blocos de exploração com seis novas perfurações Em Abuja, o responsável afirma que os leilões de concessão de licenças petrolíferas permitiram já a arrecadação de US$400 milhões para os dois países africanos.

 

 
 

Um de Maio O trabalhador e o Sindicato com o olhar nos salários

O secretário-geral do Sindicato de Trabalhadores da Função Pública, Aurélio Silva, disse que caberá elaborar um documento de base para ajudar o País a sair do fosso em que se encontra e assim solucionar os problemas financeiros com que se depara, um destes problemas o salarial.

Portanto, teria dito Silva, há necessidade de elaboração de um documento técnico-económico que tenha  por objectivo discutir com o governo a sustentabilidade de várias opções alternativas. Esse documento ainda não existe, e haverá necessidade de ele ser discutido amplamente partindo de um Conselho  da Concertação Social mais alargado e abrangente.

Em relação ao aumento salarial na função pública, para já, não é da responsabilidade do STE, pois o sindicato da função pública e o dos jornalistas não têm tido assento no Conselho.

O secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Costa Carlos também frisou o facto: dizendo claramente que nós não temos memória de nenhum país que se faça à custas das pessoas. Portanto, se o país tem que tomar medidas restritivas é para o desenvolvimento, mas o desenvolvimento não é para excluir ninguém.

A criação de uma cesta básica já se encontra na agenda do executivo de Patrice Trovoada, onde os produtos que dela farão parte ninguém ponha as mãos, em termos de aumentar os preços sem que o governo soubesse. Portanto, há uma série de medidas que podem ser tomadas sem que fiquemos apenas amarrados a uma mesma massa monetária. Porque honestamente, argumenta Costa Carlos, aumentar o salário da forma como as coisas estão sem tomar outras medidas, daqui a mais uma semana, voltaremos outra vez a pedir o aumento de salário, especificou na altura.

Os são-tomenses já apertaram muito o cinto, disse um outro economista, à saber António Quintas,  empresário Gerente da Firma Quintas & Quintas, que acrescentou ser possível um aumento salarial em São Tomé, quando o país for capaz de aumentar a sua produção interna e a consequente exportação dos seus produtos.

Uma das hipóteses levantadas por Aurélio Silva é que, em vez de o governo aumentar o salário base, que serve de ponto de referência da massa monetária analisada pelo FMI, as autoridades poderiam reforçar o salário variável do funcionário.

O certo é que tanto no pacote de medidas para ajudar a resolver os problemas com o reduzido salário que se recebe hoje e o elevado custo de vida no país, o STE e as centrais sindicais com assento ou sem assento no Conselho de Concertação Social concordam quando dizem que há outras possibilidades, além do aumento salarial para resolver os problemas dos trabalhadores são-tomenses.

Isto passaria pelo controlo dos preços tanto dos alimentos de primeira necessidade, bem como das elevadas taxas de luz e energia pagas actualmente.

 

 
     
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